Um pesadelo "sem nome"...  Inserido Friday 12 February 2010 05:47

Olá a todos... Desta vez a nossa longa ausência não se deveu às dificuldades do costume, mas infelizmente a algo muito mais grave.

O Miminho tem estado muito doente, há mais de três semanas. E eu tenho estado destroçada, aflita, preocupada e com um medo, que quase me sufocava. 

Tenho andado tão estoirada fisíca e principalmente emocionalmente, que só o imenso amor que tenho pelo meu filho me deu forças e energia para me manter de pé. Por ele eu resisto, mantenho a fé e avanço mesmo aos tropeções. Por ele eu sou forte.

Passei este tempo todo com o coração nas mãos, temendo o pior e passando dias longos e sózinha. O Papá nem de propósito, tem estado a trabalhar a mais de 2 horas e meia de casa, nunca tendo chegado antes das 20H00 e quase sempre depois. Têm sido muito duras estas semanas. Estou muito cansada. 

Vou contar-vos o que se tem passado:  

Tudo começou uma 2ª-Feira ainda de Janeiro, em que me ligaram da creche porque o Miguel estava com febre. Fui buscá-lo, mas passado um pouco a febre desapareceu. Há noite a febre subiu bastante, começou com diarreia e a queixar-se de dores no peito. Lá fomos nós com ele para a urgência pediátrica, do Hospital de Cascais. Foi-lhe diagnosticado uma gastroenterite e uma infecção pulmonar. Mandaram fazer-lhe aerosóis, Ben-U-Ron e Brufen, intercalados de 3 em 3 Horas. Foi muito cansativo para nós e para ele, acordar de noite de 3 em 3 horas. Mas ele parecia melhorar e isso é que importava. 

Na 5ª à noite já ele estava melhor e sem febre, embora a diarreia persistisse e as queixas da dor no peito.

Apesar disso na 6ª levámo-lo ao pediatra dele, que o observou e considerou que excepto a infecção pulmonar que ainda se sentia, estava tudo bem.

No Sábado fomos trabalhar e o Miminho ficou com os meus pais, em Lisboa. Entrámos às 18H00, às 18H30 a minha mãe ligou-me a dizer que o menino estava com febre, marcava 38,4º. Disse para lhe dar Ben-U-Ron e que voltasse a medir-lhe a febre, passado um hora. Uma hora depois a minha mãe ligou-me: 

 -"Olha Dorinha, medi agora a febre ao menino e ela subiu..."

-"Quanto tem?"-pegunto.

-"39..."

-"Tira-lhe a roupa, mantem-no fresco e vê se a febre baixa."

-"Ele tem um bocadinho mais do que 39º..."

-"Quanto?"

-"39,2º..."

Continuo a conversa e a minha mãe:

-"Filha o menino tem à vontade 39,5º de febre..."

-"Ó mãe... Afinal quanto é que o menino tem realmente de febre?! É que tem vindo a subir durante a nossa conversa e eu não estou a perceber nada...!"

-"Pronto: tem 39,8º! Só que é tão alta e tu aí a trabalhar que eu não te quiz assustar logo. O menino está com uma febre muito alta."

Imaginam como fiquei... a trabalhar, numa situação que não podia sair logo e com o Miguel cheio de febre. Só consegui sair às 21H15. Foram quase 2 horas de agonia e ansiedade. Não me conseguia concentrar no que fazia, já não ouvia, só queria sair dali para fora e ir buscar o meu filho. Quando finalmente sai e cheguei a casa dos meus pais, a febre tinha descido para os 38º e o Miminho já estava bem disposto. Viemos logo com ele para casa. O Miminho adormeceu na viagem. Na estação de serviço de Oeiras, o Papá parou para comprar tabaco e enquanto eu aguardava que ele voltasse ao carro, o Miminho acordou. Começou a chamar-me e a gemer, virei-me para trás num salto e vejo-o quase a delirar. Toco-lhe e  tem a testa a arder, mas as faces e as mãos assustadoramente geladas. Quando o Papá regressa ao carro, tambem fica muito preocupado. Fazemos o resto da viagem em sobressalto. Quando chegámos a casa, o Papá saiu do carro para abrir o portão e a porta, mas disse-me que antes de tirar o menino que visse bem como ele estava. Apanhei outro enorme susto, o Miminho estava quase inerte, gemia baixinho, tinha as mãos ainda mais geladas e a testa queimava. O Papá entrou no carro e corremos para o Hospital de Cascais. No percurso o nosso bebé parecia piorar de segundo para segundo, o Papá ia a 180 mas pareceu-me a viagem mais longa e interminável de sempre.

No Hospital quando mediram a febre ao Miminho, tinha 39,9º. Fomos fazer o arrefecimento e um R-X que não revelou nada de preocupante. Enquanto faziamos o arrefecimento, o corpinho do Miminho começou a encher-se de uma espécie de borbulhas (tipo babas), de um momento para o outro. Em cerca de 5 minutos todo o corpinho dele, do pescoço para baixo estava salpicado daquelas estranhas manchas... De repente começou a queixar-se que lhe doia o braço esquerdo, depois a perna esquerda e por fim a direita. As queixas começaram a subir de tom, até que se transformaram em gritos de pânico e dor. Tentei po-lo de pé em cima da marquesa e ele não se conseguiu segurar em pé, caindo-me nos braços e a gritar de dor, apontando para as pernas enquanto dizia:-"Aqui... Aqui...". Agarei nele e entrei pela sala dos médicos sem pedir licença. Disse-lhes que o meu filho não se aguentava de pé e que estava com imensas dores nas pernas. Um médico disse-me que não me assusta-se, porque eram nevralgias provocadas pela febre tão alta. Sosseguei, embora me partisse o coração ouvi-lo chorar de dores. Durante 3 horas a febre dele não baixou a baixo dos 39,6º! Com isto tudo, fui mandada com o Miminho para uma sala à parte, que embora a médica fosse cuidadosa eu percebi que como não sabiam o que ele tinha queriam mante-lo isolado. Quando a chefe de equipa chegou foi observá-lo e ainda descobriu no meio daquilo tudo que ele tinha uma estomatite, segundo ela uma coisa muito dolorosa. Concluiu que era algo viral e mandou-o para casa, continuando com a medicação que lhe estava a fazer.

No dia a seguir (Domingo) o Miminho continuava sem andar, se o tentava pôr de pé não se aguentava nas pernas e caía. Apesar do que me tinham dito na urgência, não estava sossegada e decidi contactar o pediatra dele. Quando lhe expliquei a situação mandou-nos logo ir ter com ele ao Hospital da Luz, onde estava. Lá fomos nós... O pediatra esteve a vê-lo e mandou fazer-lhe análises ao sangue. Que ia pedir para lhe deixarem um cateter, porque se fosse preciso repetir não tinham que o voltar a picar. Percebi logo, que ele suspeitava que as análises pudessem revelar alguma coisa menos boa... Quando entrámos para a sala das análises eu estava super nervosa, a enfermeira perguntou-me se eu tinha a certeza que queria ficar, respondi que sim, por nada deste mundo deixava o meu pequenino ali a sofrer sem ter a mamã por perto! O Miminho foi um herói, chorou quando sentiu a agulha, mas depois tentou conter-se, olhando para mim enquanto grossas lágrimas lhe escorriam pelo rostinho. Eu é que saí de lá banhada em lágrimas, custou-me horrores vê-lo tão pequenino e frágil a sofrer estóicamente. Teve que ficar com o cateter e a mãozita toda ligada, o que bastante o incomodou. Finalmente o doutor chamou-nos com os resultados das análises: não acusavam nada, a não ser os niveis de açucar no sangue muito baixos, mas o que era normal visto ele não estar a comer quase nada. Tudo indicava que o Miminho só estava muito fraco. Mas o pediatra queria que eu duas vezes ao dia lhe mandasse uma mensagem, com um relatório de como o menino estava.

Na 2ª o Miguel esteve mais ou menos na mesma e na 3ª até a seguir ao almoço tambem. Continuava sem andar... O pediatra mandou levá-lo à Clinica da Beloura, onde é o consultório para o voltar a vêr, já que o problema persistia. Liguei à minha irmã e fartei-me de chorar ao telefone. Ela coitadinha saiu logo de casa a correr e passado nada estava ao pé de mim. Chegou sem almoço e com a cara inchada de chorar... Mas ainda se lembrou de trazer ao Miminho um livro do Dudu que ele adora e um DVD de música fantástico! A minha irmã sentou-se com o Miguel no tapete da sala e começou a brincar com ele. A pouco e pouco começou a incentiva-lo a por-se de pé e daí a pouco conseguiu que ele andasse cerca de 15 minutos. Eu estava estarrecida... Parecia um milagre. Muito tropego e hesitante, mas a andar. Mandei uma mensagem ao pediatra a contar o que tinha acontecido e ele mandou aguardar então. A minha irmã foi-se embora no final da tarde e eu muito feliz por o Miguel ter andado. Algum tempo depois, o Miminho começa a chorar muito e a gritar de dor agarrado às perninhas. Fico em pânico! Desço-lhe as calcinhas do pijama e o que vi deixou-me gelada... o joelho direito dele, estava enorme e inchado, um "trambolho" sem explicação! Fiquei de coração partido, a morrer de peninha do meu bebé... Coitadinho! A tremer toda, lá liguei ao Papá a contar o sucedido e ao pediatra, que nos mandou levá-lo logo ao Hospital da Luz e indicando-nos uma colega, pois ele não estava lá. O Papá quando chegou, disse-me que por ele levava era o menino ao Hospital da Estefânia. É o hospital pediátrico por excelência e já chegava de uma semana e meia de "deve ser..." e o nosso filho a piorar de dia para dia. Eu concordei.

Na Estefânia deram logo prioridade ao Miminho, quando souberam de tudo o que se tinha passado com ele na última semana e meia. Foi visto por uma médica, que chamou outra colega, a chefe de equipa e outros três médicos ainda. Todos observaram o Miminho, ficaram a deliberar sobre o diagnóstico e depois concluiram que o mais provável era ser algo de origem viral. Foi-lhe receitado Brufen, mas 10 ml (2 colheres grandes), durante uma semana e no final desta que o voltasse a levar lá, para ser observado de novo. Disseram-me ainda que ele tinha que estar em repouso absoluto, o que me deixou com lágrimas nos olhos ao lembrar-me que tentei que ele andasse com alguma insistência. A médica sossegou-me que não foi isso que provocou o que o Miguel tinha, mas apesar disso senti-me muito triste. Neste meio tempo aconselharam que ele fosse visto pelo pediatra e se houvesse episódios de febre corresse logo com ele para o hospital.

Os dias passavam, o Miminho continuava sem andar, sem se pôr de pé, há mais de 2 semanas com uma diarreia terrível, a chorar e gritar de dores na barriguinha, nas pernas, nos bracinhos, com a boquinha toda ferida, sem comer nada (houve dias que num dia inteiro só comeu 2 iogurtes!) e apesar disso eu a dar-lhe uma dose de Brufen que correspondente ao peso de uma criança entre os 8 e os 12 anos! 

Passava os dias prostrado, deitado no sofá, apoiado em almofadas, a dormir, ou a queixar-se de dores. Doia-me tanto vê-lo sobresaltar com uma dor, que se percebia muito forte, chorar, pôr a mãozinha onde lhe doia e dizer-me: -"Mamã... Aqui. Mamã... Aqui." Vê-lo a olhar-me com aqueles olhos lindos e normalmente tão expressivos, agora encovados, a pedir-me que o ajudasse e eu impotente sem lhe poder valer. Daria tudo para tomar para mim as dores dele, mas a única coisa que podia fazer era abraça-lo e rezar baixinho para que passasse depressa.

Sofreu tanto o meu pequenino. Teve tantas dores e tão fortes, que quando penso nisso ainda agora não consigo evitar chorar. Até para um adulto era muito, quanto mais para aquele corpinho ainda quase bebé. E sem se poder expressar bem, sem conseguir explicar exactamente onde lhe dói, sem poder dizer para lhe pegarmos assim, para não lhe tocarmos ali... Muitas vezes só me apercebia onde não lhe podia tocar, quando ele gritava de dor. Acreditem, foi demais. Sinto-me como se me tivessem torturado dia, após dia, da forma mais cruel e maldosa do mundo.

Continuando a infeliz saga: na 6ª levei o Miminho ao pediatra, que o vê e me diz que o que se passa com o Miminho até pode ser viral, mas que esta situação já se arrasta à tempo demais e ele não está confortável. Que receia que se esteja a arrastar uma situação que pode ser algo mais grave. Aconselha que o Miminho seja visto por um ortopedista, para que se elimine todas as possibilidades de ser outra coisa. Telefona logo para o Dr. Cassiano Neves, que se encontrava na Suiça, expoe-lhe a situação e pergunta-lhe se logo na 2ª Feira pode receber o Miguel, na Cuf  Descobertas. Manda-me reduzir a dose de Brufen para metade, porque não quer que "o menino fique bom da perna, mas ganhe um buraco no estômago". Senti-me imensamente grata! Era uma violência emocional para mim como mãe, dar uma dose tão brutal de um medicamento que rebenta com o estômago, ao meu pequenino e a maior parte das vezes tendo ele o estomâgo vazio.

Na 2ª Feira lá fomos nós à Cuf. O ortopedista (que vim a saber mais tarde, é o director de ortepedia da Estefânia), esteve a vêr o Miguel e disse que tudo o que ele tem se enquadra realmente num quadro viral. Que ele tem artrite reactiva. Que um virus muito forte atacou o corpo e que se espalhou por todo ele, atacando principalmente as articulações e alojando-se aí. Que continuasse a fazer a medicação que estava a fazer por mais uma semana e que ele iria melhorando de dia para dia. Que não o incentivássemos a andar, mas tambem que não o proibissemos, que ele é que mandava.

Finalmente tinha um nome para o que o Miguel tem, uma explicação e uma garantia. Não um "em principio deve ser..." Nem imaginam o peso que me tiraram de cima...! O medo que eu senti este tempo todo que o que o Miguel tivesse, pudesse ser algo muito grave. Porque ninguem tinha a certeza absoluta do que ele tinha e eu percebia nos médicos tambem o receio que houvesse alguma coisa escondida. Uma criança saudável e activa, que de um momento para o outro deixa de andar e fica presa a uma cama, é asustador.

Há muitos anos conheci um menino lindo, com uns olhos escuros enormes. Esse menino com cerca de 4/5 anos, de repente sem qualquer explicação deixou de andar e depois lentamente começou a perder todas as outras faculdades. Hoje em dia vive numa cadeira de rodas, um autêntico vegetal... Eu tentava afastar da minha mente estes pensamentos, mas não conseguia evitar às vezes deixar-me inundar de pânico com eles. Isto é real, ninguem me contou, eu vi isto acontecer. E o que é assustador é que na "roleta -russa" da vida, pode calhar-nos a nós a bala... E isso mete um medo terrível! 

Depois de 2 semanas sem andar, só hoje 5ª Feira, o Miminho deu os seus primeiros passinhos. De inicio com muito medo... mas depois ganhou confiança e agora à noite já corria pela casa toda. E eu estou cheia de alegria e de gratidão a Deus, por esta maravilhosa dádiva.      

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A Passagem de Ano.  Inserido Saturday 09 January 2010 05:31

Todos os "grandes planos" para a passagem de ano, tiveram que ser postos de lado. Na semana antes do Natal, soubemos que íamos trabalhar na noite da passagem.

Afinal acabámos por não trabalhar, mas só soubemos na véspera. Tão em cima da hora, já não permitia fazer grande coisa... Acabámos por ir passar com os tios, a casa dos avós. Foi giro e divertido, com o Miminho e o Dudu a armar a maior confusão. Cantaram, dançaram e fizeram mil tropelias. Animaram a noite com muita alegria e um verdadeiro show de variedades...

Eu cá, adorei! Não concebo forma melhor de passar a noite de fim de ano, do que com as pessoas que amo.

E o melhor da noite foi receber os abracinhos tão doces e carinhosos, dos meus meninos. O Miminho e o Dudu encheram-me de miminhos.

   

 

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A festinha de aniversário com a familia.  Inserido Saturday 09 January 2010 04:42

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A festinha de aniversário na creche.  Inserido Saturday 09 January 2010 04:37

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O Miminho fez 2 aninhos!  Inserido Saturday 09 January 2010 04:25

O Miminho dia 28 de Dezembro, fez 2 aninhos.

Teve duas festinhas de aniversário, uma na creche com os amiguinhos e outra à noite com a familia chegada, em casa.

Na creche foi muito giro, com os outros pequeninos. Fiz um bolo tipo pão de ló para levar, mas só para chatear saiu sem graça nenhuma. Resolvi fazer um segundo, mas que saiu na mesma, mal os tirava do forno abatiam... Hoje já sei que foi culpa da farinha, nunca mais uso outra que não a "Branca de Neve".

Como os avós estavam cá disse-lhes tambem para irem connosco, o Miminho ia adorar a surpresa e assim eles ficavam a conhecer a creche.

Quando lá chegámos já estavam todos sentadinhos à mesa do lanche, à nossa espera. O Miminho estava muito giro, com uma coroa que lhe fizeram com o numero 2 e com um chupa. Fiquei encantada quando entrei e o vi. O meu pequeno princepe!

Cantámos os parabens no meio de muita alegria e no final o Miminho apagou a vela com um sopro só. Depois foi distribuir o bolo e o Miguel dar um beijinho a cada um dos amiguinhos, a agradecer por partilharem com ele este dia.

À noite foi a festinha cá em casa com a familia. Como ele fez anos a uma Segunda-Feira, não dava para muitos planos, por isso decidi fazer só um jantar para a familia mais próxima. Os avós paternos ainda estavam em Torres Novas e não vieram, bem como a tia Célia. Por isso estivemos só nós, a Mana, a avó Fernanda, o avô Vasco, a titi Sónia, o tio Nuno, o Dudu, a Madrinha e o Padrinho.

Jantámos e no final cantámos os parabens. O Miminho fez questão de ir ao quarto dele buscar a coroa para apagar a vela. Depois tivemos que cantar segunda vez, porque o Dudu tambem queria. Mas teve que ser sem coroa, porque o Miminho não abdicava dela nem por nada...

Adorei a festa de aniversário do Miminho. Muito intima, descontraída, divertida e carinhosa. E fez-me todo o sentido, estavam ali todas as pessoas que mais querem ao Miguel e todas as que ele adora. 

 

Para finalizar, só quero deixar aqui o meu obrigado de todo o coração, a todos os que se lembraram que o Miguel fazia aninhos e lhe enviaram os parabens. Recebi muitos telefonemas, emails, sms, mensagens e comentários no blog. Aqui no blog, houve dois comentários que me emocionaram muito, um da Lenita (mãe do Simão) e outro dos queridos amigos Luis e Manela (sogros da minha irmã). Mil obrigados pela atenção e pelo imenso carinho. 

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